Doenças sensíveis ao clima (dengue, alergias, respiratórias) geram picos imprevisíveis de demanda. Estoques errados, nos lugares errados, na hora errada. Todo ano.
Cruzamos dados epidemiológicos do DATASUS com dados climáticos do INMET (2014-2024) para prever surtos antes que eles aconteçam.
Chuva acumulada e ponto de orvalho nas últimas 4-8 semanas. O preditor mais forte.
Flutuações bruscas de temperatura e pressão atmosférica.
Eventos extremos, variações de umidade e padrões de vento.
O clima de 4 a 8 semanas atrás é o principal preditor de surtos. Isso significa que é possível antecipar a demanda com semanas de vantagem.
Qualquer doença cuja incidência varia com o clima pode ser prevista com a mesma abordagem. O motor é genérico; os dados mudam.
Dengue, zika, chikungunya, febre amarela urbana.
Gripe, bronquite, asma sazonal, pneumonia.
Rinite alérgica, conjuntivite, dermatite atópica.
Estoques nas regiões certas, semanas antes do pico.
Marketing e alertas ativados por previsão, não por reação.
Gestores e indústria usando a mesma inteligência.